
É um dos mais importantes locais arqueológicos de Portugal e a mais bem conservada Villa romana na Lusitânia. Conheceu 3 importantes etapas de evolução nos séculos I, II e IV d.C. respetivamente. É nesta última fase que a Villa palaciana atinge o seu auge com a evidente complexidade de estruturas, que a tornam num caso à parte. Terá sido abandonada por volta do século V d.C., e mais tarde repovoada parcialmente pelos frades que criariam aí um Mosteiro Beneditino dedicado a São Cucufate, mártir cristão, e cuja ocupação se prolonga até meados ou finais do século XVI. As pinturas murais que se observam no seu interior datam dos séculos XVII e XVIII.
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